quinta-feira, 17 de agosto de 2017

O PUDOR FOI PRA PQP

Os canalhas de plantão mentem, deturpam, tergiversam, falseiam... Sem pudor, honra, dignidade, vergonha nos putos focinhos.
É a escória da política brasileira que está no poder, o que há de pior, porque ladra, antinacionalista, lacaia da classe dominante, algoz dos humildes.
Vejamos o que justificaria todos esses qualificativos aos membros da quadrilha que nos infelicita.
Sob o argumento de que uma presidente legitimamente eleita cometeu improbidade administrativa, a famosa pedalada, golpistas, atendendo aos reclamos do grande empresariado, das grandes corporações multinacionais e às próprias necessidades, de fugir dos tribunais, já que ladrões, em quase toda a sua totalidade, a derrubaram.
Sem terem como justificar o golpe, repetindo os argumentos dos golpistas de 64, criaram a figura do “conjunto da obra”.
Isto mesmo, Dilma caiu pelo “conjunto da obra”.
Vamos examinar os defeitos desta obra feita elo governo Dilma.
1) Dilma “pedalou” – uma semana depois de se assenhorear do poder, o Tirano da Mala, sob o argumento de que é impossível governar sem “pedalar”, através de um Congresso comprado, legalizou as “pedaladas”;
2) Dilma tentou empossar Lula, investigado, como ministro. O Tirano da Mala empossou toda a sua quadrilha investigada. Quando acabaram as vagas, criou um ministério, com o propósito único de blindar o Angorá, um dos “cappos” da máfia palaciana;
3) Dilma permitiu um déficit público de 97 bilhões, segundo os golpistas, uma “enormidade inadmissível”. O primeiro ano do Tirano da Mala teve um déficit público de quase 180 bilhões, este ano será, POR ENQUANTO, de 159 bilhões, que se repetirá no ano que vem, e com um detalhe: esse número só não é maior porque o desgoverno está vendendo até as calcinhas da mãe;
4) Dilma, sob intenso e continuado bombardeio da mídia alimentando pobres coitados que hoje estão pagando a conta, chegou ao índice de 13% de aprovação, segundo os golpistas, o que lhe tiraria a condições de governar, por falta de popularidade e apoio político. O Tirano da Mala tem 3% de popularidade.
Enquanto isso o povo participa ativamente, para impedir que o descalabro continue: acompanha o desempenho do Neymar no PSG, as dezenas de milagres horários dos pastores midiáticos, o desempenho dos casais na dança dos famosos, os crimes transmitidos ao vivo por Datena... Esperando que a mídia cúmplice e beneficiária do caos e da cafetinagem dê a ordem para voltar para a Paulista, fantasiadinho de CBF.
Já os golpistas... Mandaram o pudor para a PQP, entre malas com dinheiro, aviões com cocaína e velhos discursos de comunismo e bolivarismo, tão a gosto dos que ainda não aprenderam a diferença entre alface e alfafa.
Francisco Costa
Rio, 17/08/2017.

Golpistas sem Moral e sem Competência

*NOTA DE DILMA ROUSSEFF SOBRE A META FISCAL:*
_*A FRAUDE DA META FISCAL*_
Antes do golpe, meu governo previa déficit de R$ 124 bi para 2016 e de R$ 58 bilhões para 2017, que seriam cobertos com redução de desonerações, a recriação da CPMF e corte de gastos não prioritários.
Após o golpe, a dupla Temer-Meirelles, apoiada pelo “pato amarelo”, que não queria saber da CPMF por onerar os mais ricos, inflou a previsão de déficit para R$ 170 bi, em 2016 e R$ 139 bi, em 2017.
Os golpistas calculavam ganhar uma grande folga para facilmente cumprir a meta e, com isso, fazer a população acreditar numa competência que eles não tinham.
Eis que a verdade vem à tona e se descobre que nem mesmo a meta de déficit de R$ 139 bi eles conseguirão cumprir.
Agora, querem ampliar o rombo para R$ 159 bi. Mas não vão parar por aí. Com mão de gato, aumentarão o déficit, no Congresso, para R$ 170 bi.
Juntam a fome com a vontade de comer, pois os parlamentares que apoiam o governo golpista vão ajudar a aumentar ainda mais o rombo.
Querem mais dinheiro para emendas, enquanto as despesas para educação estão menores do que em 2015 e os investimentos em valores menores do que em 2010.
O que já era mentira, virou escândalo. O que era abuso, virou catástrofe. O que era esperteza, virou caos nas contas públicas.
O resultado será a paralisia da máquina federal e a depressão da atividade produtiva. Ou seja: mais estagnação econômica e menos serviço público para quem precisa."